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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

CANDY DULFER AO VIVO EM SÃO PAULO

A saxofonista Candy Dulfer (que já tocou com Dave Stewart e Pink Floyd, entre outros) fará o último show da série Jazz All Nights no Brasil, no Teatro Bradesco (São Paulo), dia 07 de novembro às 21 horas. Sinta seu "power jazz" nesse clip de Lily was here, acompanhada do guitarrista Ulco Bed.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

FIONA APPLE - SLEEP TO DREAM

Ela ganhou um MTV Awards com esse clip. Deixou Elton John, toda plateia e o público de casa constrangidos com seu discurso, algo como "parem de consumir o que os artistas consomem, sejam vocês mesmos...". Fiona Apple é tão talentosa quanto problemática, tão intensa quanto introspectiva. Sleep to Dream, de seu primeiro álbum, Tidal, mostra bem tudo isso. Arrisque-se!

sábado, 15 de outubro de 2011

KATIE MELUA - THE FLOOD

O novo álbum de Katie Melua foi produzido por William Orbit. Se as músicas (e vídeos) de Katie já tinham um pé na originalidade e na (boa) insanidade, imaginem agora... aí vai o primeiro single desse novo álbum - The Flood.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Vale a pena conhecer: KINA GRANNIS

Ela faz sucesso no youtube com seus covers. Lançou recentemente seu primeiro CD por uma gravadora, depois de vários feitos "por conta própria". A história dessa cantora começou em um concurso musical no intervalo do Superbowl, maior evento esportivo dos Estados Unidos, e não parou mais.
Pra começar a conhecê-la, deixo aqui o clip de Valentine, doce música lançada perto do dia dos namorados e primeiro single de seu CD. Enjoy!



E, de bônus, seu mais recente clip (passou na MTV e tudo), The one you say goodbye to.



Clique AQUI para o canal oficial dela no facebook

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

JOSS STONE - RIGHT TO BE WRONG

Ao vivo no SWU 2010 - Lindíssima!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

NOS BRAÇOS DE UM ANJO CHAMADO SARAH McLACHLAN

20 anos depois de iniciar sua carreira, Sarah McLachlan lançou o CD Closer: The Best of..., uma coletânea de suas principais músicas, além de duas outras inéditas, U want me 2 e Don't give up on us.
O CD, é claro, traz músicas de todos os seus sete discos de estúdio (à exceção de Wintersong); algumas dessas músicas fizeram enorme sucesso mundo afora, outras nem tanto, principalmente aqui no Brasil, onde a mais conhecida, meio que por tabela do filme Cidade dos Anjos, foi Angel, canção que ela escreveu depois da morte de um amigo (na época, tecladista do Smashing Punpkins), e que Brad Silberling fez questão de colocar em seu filme, estrelado por Meg Ryan e Nicolas Cage. Curiosamente, Angel não tem um clip oficial, daqueles de ficar horas e horas gravando e editando. Porém, temos lindas apresentações ao vivo, como essa durante a turnê Mirrorball:



Cerca de onze anos antes dessa apresentação, Sarah começava sua carreira impulsionada por um contrato com a Nettwerk Records, que apostou em seu talento individual depois de vê-la com o grupo October Game. À princípio, Sarah relutou em gravar um disco, já que estava empenhada em seus estudos de piano, violão e canto - e a banda não passava de uma "brincadeira entre amigos". Porém, com o alto investimento feito pela gravadora (acreditem, cerca de 40 mil dólares entre produção e distribuição), ela resolveu mudar-se de Halifax para Vancouver para, depois de alguns meses, trazer à tona o seu primeiro "bolachão" - Touch. De cabelos curtos, voz ainda imatura mas já demonstrando a inigualável doçura, Touch (distribuído no Canadá pela Arista Records) fez relativo sucesso, principalmente com as músicas Vox e Ben's Song. No ano seguinte, o disco foi distribuído mundialmente, a capa colorida lembrando um disco da Enya e uma ou outra alteração na ordem das músicas.

Em 1991, Sarah lançou Solace, seu segundo álbum de estúdio. Contrariando a minha teoria (de que "segundo álbum" sempre é ruim), Solace é excelente, do começo ao fim. Qual fã não se emociona ao ouvir Drawn to the Rhythm, I will not forget you, além das ótimas The Path of Thorns e Shelter? Toda essa qualidade e amadurecimento fez com que Sarah ficasse quase 1 ano e meio excursionando entre Canadá e Estados Unidos - e um pouquinho pela Europa. Com toda essa bagagem cultural - Sarah também fez visitas à Africa -, trouxe, ao final de 1993, Fumbling Towards Ecstasy, impulsionado por relativos sucessos como Possession e Good Enough.

Um pouco cansada de tanta viagem e tantos shows, Sarah dedica seus próximos 3 anos lançando apenas "sobras de estúdio" e "lados B" - com The Freedom Sessions, em 1994, e Rarities, B-Sides And Other Stuff, em 1996. Dear God e Gloomy Sunday, 2 "covers" lançados em Rarities..., são considerados pelos fãs grandes momentos de sua carreira, além da versão piano-e-voz de Possession - simplesmente linda!

No meio do ano de 1997, Sarah lança Surfacing - segundo ela própria, o disco que revela seu "lado negro", onde as emoções estão presentes em cada verso, em cada acorde. Um olhar para dentro de si, encarando o que há de melhor e pior em seus sentimentos.

Para a maioria dos fãs - eu incluso - Surfacing é seu melhor disco. Não tem uma única música que não esteja entre as favoritas, todas elas nos tocam o coração de alguma forma - seja "romanticamente", como em I Love You, ou pelo tal "lado sombrio" perceptível em Building a Mistery e Sweet Surrender. Nesse disco temos também Angel, já citado acima, Adia e Black and White - músicas que pegam as emoções, dilaceram-nas e as reconstroem, nos obrigando a refletir sobre o mundo e, principalmente, sobre nós mesmos.

Não só o público gostou de Surfacing (mais de 10 milhões de discos vendidos ao redor do mundo), mas também a crítica. Sarah foi agraciada com 2 Grammy's, por Performances Vocal e Instrumental (Building a Mistery e Last Dance, respectivamente).



Com todo o sucesso de Surfacing, vários shows aconteceram (incluindo os shows do Lilith Fair, que ela criou e reuniu artistas como Sheryl Crown e Paula Cole), e estava na hora de Sarah repassar sua carreira em gravações ao vivo. Surge então, em 99, Mirrorball, trazendo o que de melhor foi registrado durante 35 de seus shows. Seus grandes sucessos estão ali, incluindo I will remember you e Ice Cream - música feita para Ashwin Sood, na época seu marido, baterista de sua banda.

Depois de toda essa maratona de shows, Sarah resolve sair um pouco dos holofotes e curtir seu então casamento e sua família, além de dedicar parte do seu tempo em serviços sociais, aos pobres (principalmente às crianças) e também aos animais abandonados. Em 2000, já funcionava o Sarah McLachlan Music Outreach Program, dedicado ao ensino musical para crianças carentes. Nesse período, gravações remixadas de seus sucessos foram reunidas em Remixed, de 2001.

Quase 6 anos longe dos estúdios, e Sarah, já com sua filha (nascida no ano anterior), resolve voltar aos estúdios. Afterglow é lançado em Novembro de 2003 - um disco maduro, denso e metafórico, com sucessos como Fallen, Stupid e World on Fire - este último, com um clip que "deveria" ter custado 150 mil dólares, mas que consumiu apenas 15 (isso mesmo, míseros 15 dólares) - o restante, foi doado para 11 Organizações de apoio ao fim da miséria na África, entre outras iniciativas sociais no Oriente Médio e na Ásia.



No ano seguinte, mais uma vez Sarah lança uma compilação ao vivo de sua turnê. Afterglow Live traz os sucessos de seu último disco, além de outros de sua já consolidada carreira. 2 anos depois, um disco de canções natalinas, em sua maioria regravações, mas com canções próprias como a faixa título, Wintersong. No mesmo ano, gravou a música Ordinary Miracle para o filme Charlotte's Web (A Menina e o Porquinho, aqui no Brasil).

De lá pra cá, Sarah viveu bons e maus momentos na vida pessoal. Em 2007, a felicidade veio com o nascimento de sua segunda filha, Taja, que veio fazer companhia à sua irmã India Ann (é, eu sei, também achei esses nomes esquisitos). No mesmo ano, recebeu a nomeação para oficial da Ordem do Canadá, e em 2009 foi homenageada no Juno Awards (prêmio musical canadense que ela até cansou de tanto ganhar) por sua contribuição Humanitária - Prêmio Allan Waters. Em contrapartida, tivemos a inusitada notícia de seu divórcio, em 2008 - fato esse perfeitamente visível e "audível" nas 2 canções inéditas de Closer...; está claro que ambas as canções tem a ver com esse fato. E não é só na letra das músicas - tem algo mais triste que a cena do clip U want me 2, onde ela coloca toalha e talheres na mesa, para duas pessoas, mas senta-se sozinha e triste?



Para os fãs, que "quase" não tem nada a ver com sua vida pessoal, a boa notícia. Sarah lançou em junho de 2010 um novo álbum de estúdio, Laws of Ilusion. Não é primoroso como os trabalhos anteriores, mas está ali a marca sentimental de Sarah. É fácil perceber que músicas como Love Come e Forgiveness têm a ver com os recentes acontecimentos de sua vida pessoal. E tem a "alegre" Loving you is Easy, um delicioso hit que veio com um clip muito criativo.



Nós, aqui do Brasil, além de curtirmos seus CD's e DVD's (e outras coisas mais, vide youtube), ainda temos esperanças de uma visitinha, mínima que seja, em nosso humilde país. Eu, pessoalmente, acredito que ela vá querer fazer uma big turnê ao redor do mundo, incluindo países ainda não visitados. Sonho meu? Talvez sim, talvez não. Vamos aguardar, roendo as unhas e nos emocionando cada vez mais com nosso anjo.

sábado, 8 de outubro de 2011

O DOCE ENCANTO DE VIENNA TENG

O mundo da música mudou. Se antes fazer um disco por conta própria era difícil, caro e sem chance de divulgação, hoje a internet e as facilidades do mercado ajudam a impulsionar diversas carreiras. Este blog terá, certamente, vários exemplos como esse, desde musicistas que batalham muito até os já conhecidos "fenômenos da internet" (myspace e youtube que o digam). Um belíssimo e encantador exemplo disso é Vienna Teng, cantora e pianista norte-americana de origem tawanesa, dona de uma voz suave e de melodias caprichadas em seu piano, onde o minimalismo nem sempre significa pobreza musical - muito pelo contrário. Seus melhores momentos são construídos em músicas onde o piano é quase, se não apenas, o único instrumento a acompanhar sua voz.

Confesso que a conheci apenas esse ano, e muito, muito sem querer (graças ao Last FM). Sua carreira teve início em 1998, pouco antes de se formar em Ciências da Computação e trabalhar na Cysco Systems no Vale do Silício. Fazendo aula de piano clássico desde os 5 anos, não acreditou em sua professora de canto, uns 10 anos mais tarde, que disse que sua voz não era adequada pra cantar. Espero de todo coração que essa professora hoje esteja desempregada e passando fome (não, quê isso, maldade...). É claro que Vienna jamais poderia cantar numa ópera, mas quem disse que era essa sua intenção? Em suas próprias palavras, "faço uma espécie de pop-folk", e na verdade é isso mesmo. Não são à toa as comparações com Sarah McLachlan e Tori Amos, só pra citar 2 ótimos e cabíveis exemplos.

Nesse ano de 98, ela lança uma demo, com 4 músicas (uma delas, Eric's Song, com uma letra primorosa). Enquanto ia tocando em festas na faculdade e alguns "piano bar" no norte da Califórnia, seguia trabalhando e compondo, trabalhando e compondo, até que um dia ela chegou pro chefe e falou "meu, não dá mais, desenvolver software é coisa de nerd oriental... ok, eu sou uma nerd oriental, mas também sou cantora e pianista. Fui!". E foi, já com seu primeiro disco, "Waking Hour", prontinho. O ano era 2001, e conseguir uma gravadora que divulgasse seu trabalho era questão de tempo.

E assim aconteceu... em 2002, a Virt Records lança "Waking Hour", com pouquíssimas alterações (na ordem das músicas, pra ser mais exato). É um disco maravilhoso, e esse elogio é pouco. The Tower, Momentum, Drought, Eric's Song... e, é claro, a música mais perfeita de todas, Gravity.

Sem sombra de dúvida, Gravity é a melhor música que eu escutei esse ano - ok, com um pequeno atraso de 9 anos, mas eu duvido que tenha escutado música melhor também em 2002. Bom, pra quem só conheceu Criminal, da Fiona Apple, há 2 meses atrás, até que tá bom, né? Por sinal, Gravity é a única música que tem um clipe, feito recentemente (viu, não foi apenas eu quem descobriu Vienna Teng só agora!). E o clip é lindo, vejam:




2 anos depois, Vienna lança Warm Strangers, ainda pela Virt Records. My Medea e Homecoming são lindas e tem letras maravilhosas; o restante do disco deixa um pouco a desejar - não tem a mesma força do primeiro, talvez por ter tido menos tempo para compor, ou, o que eu tenho quase certeza, foi a famosa Síndrome do 2° disco. Sim, esse mal existe - dê uma olhada nos seus artistas preferidos e veja se não é verdade.

Já o 3° disco, Dreaming Through the Noise, lançado em 2006 pela Zoë/Rounder, é um primor. Arranjos muito bem feitos por Mark Orton, produção caprichada de Larry Klein e uma Vienna Teng inspiradíssima, trazendo, entre outras, as belíssimas Blue Caravan, City Hall, Nothing Without You e Pontchartrain. De lá pra cá, Vienna iniciou sua "Green Caravan Tour", tocando até 5 vezes por semana entre Estados Unidos e Europa - incluindo Viena, capital Austríaca que a recebeu de braços abertos, uma vez que ela escolheu esse nome artístico justamente por gostar muito dessa cidade (seu nome verdadeiro é Cynthia Shih).

Vienna Teng na turnê Green Caravan. Linda, né?

Em abril de 2009, ela lançou InLand Territory, mais uma vez pela Zoë/Rounder, seu 4° disco "oficial". E isso sem parar a turnê - só neste mês, serão 21 shows pelos Estados Unidos, sem contar que ela acabou de voltar da Alemanha e de outros países europeus, já na divulgação do novo disco. Eita mulher incansável! Mas, falando sobre Inland..., é um disco na mesma linha do anterior - muito bem produzido, com letras cada vez mais pessoais (ilustrando inclusive sua mudança, saindo dos ares quentes da Califórnia e indo direto para a fria Nova York). Um destaque especial para White Light, Antebellum e Augustine, belíssimas canções - que ainda estou me acostumando, é cedo pra dizer se vieram pra ficar de vez em meu mp3.



Quem quiser conhecer um pouco mais sobre Vienna, inclusive escutar suas músicas, uma ótima dica é seu próprio site oficial, viennateng.com. Dá até pra baixar algumas músicas direto por lá, mas quem quiser algo mais, é só clicar aqui, que tem (quase) tudo.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

ÁUDIO - CANTORAS CONSAGRADAS

Hoje vamos ouvir aqui no blog algumas músicas de cantoras consagradas - pelo tempo em atividade, pelo número de CD's gravados (e vendidos), ou pela aceitação do público, que há anos conhece e gosta do trabalho dessa cantora.

SUZANNE VEGA

"My name is Luka..." ah, quem não ouviu essa música nos idos dos anos 80, ou mesmo depois, nas rádios que tocam flashbacks? Suzanne Vega foi, aqui no Brasil, uma "cantora de um único sucesso" - à excessão depois de Tom's Diner, que os engraçadinhos transformaram no "melô da lerda", há anos atrás (tchu tchu tchu ru, tchu tchu ru ru...). Ela anda meio sumida, é verdade, prometo falar sobre ela mais pra frente. Por enquanto, vamos ficar com esse incrível sucesso que quase tirou o Grammy do U2 em 1987: Luka.

Suzanne Vega - Luka.mp3
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FIONA APPLE

Todo mundo sabe que, o que a Fiona Apple tem de talentosa, ela tem de louca. Escreve letras incríveis, é multi-instrumentista, e canta com a alma. Ao mesmo tempo, seu passado cheio de problemas (divórcio dos pais, estupro, anorexia nervosa...) transformou-a em uma pessoa introspectiva e revoltada - fato demonstrável em suas aparições na T.V., entrevistas e shows ao vivo. O resultado disso tudo, ao longo desses 14 anos de carreira, foi muita qualidade musical, inúmeros fãs pelo mundo e muita história pra contar - metaforicamente ou não. Vamos ouvir Criminal, de seu primeiro - e melhor - CD, Tidal, um dos melhores dos anos 90.

Fiona Apple - Criminal .mp3
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MEREDITH BROOKS

Veterana dos bares de rock no Oeste americano, Meredith só veio lançar um CD em 1997, contando já seus 29 anos. O sucesso estrondoso de Blurring the Edges lhe rendeu 2 nomeações ao Grammy, inúmeros discos de platina e um sucesso mundialmente conhecido - Bitch. De lá pra cá, outros 5 CD's na bagagem, 1 divórcio e 1 filho, além de todo o entusiasmo para continuar cantando e encantando o público. Vamos relembrar um pouco de sua música mais famosa, Bitch?

meredith brooks - bitch .mp3
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AMANDA MARSHALL

Vocês se lembram da Amanda Marshall? Se sua resposta foi negativa, não tem problema - eu também não me lembrava. Santa ignorância, sequer sabia de sua existência, apesar de, em minhas audições, lembrar vagamente de I'll be Okay no filme O casamento do meu melhor amigo, e de I Believe in You, da série Touched by an angel. Canadense, cantora desde 1995, lançou seu último álbum em 2001 - e sumiu! Não lança música nova, não aparece na mídia, não tem sequer um myspace! Pelo jeito, quem ouviu, ouviu - é pouco provável que um dia ela volte à ativa. Por enquanto, vamos ficar com Let it rain, sucesso de seu disco de estréia.

amanda-marshall-let-it-rain.mp3
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CELINE DION

Se tem uma coisa que muita gente - eu incluso - nunca mais vai querer ouvir, é My heart will go on, tema do filme Titanic interpretado pela canadense Celine Dion. Não que a música seja ruim - muito pelo contrário, é linda e mereceu o Oscar que ganhou. Mas é que tocou tanto, mas tanto, mas tanto, que pelamordedeus - nem rádio AM toca mais essa música. Como a Celine dispensa maiores apresentações, vamos logo ouvir um de seus temas românticos, que embalou noites e noites de amantes mundo afora (eu incluso, mas pula essa parte), e foi tema do filme Intimo e Pessoal - Because you loved me.

Celine Dion - Because You Loved Me .mp3
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Gostou da seleção? Tem alguma sugestão de cantora e/ou música? Deixe nos comentários que eu sempre leio, ok? A Celine Dion foi sugestão da Agatha (é assim que escreve?), do blog Plaidy.